domingo, 4 de outubro de 2009
GIROUX- EJA
domingo, 20 de setembro de 2009
LIBRAS UMA NOVA AÇÃO

domingo, 13 de setembro de 2009
Políticas Públicas
A proposta realizada através dos questionamentos do Texto do Parecer CEB 11/2000 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos pude perceber a importância da formação de profissionais capacitados para a atuação nesta área, como exponho no fórum da atividade: https://www.ead.ufrgs.br/rooda/rooda.php
Pois quando trabalhei na área da EJA meus conhecimentos eram limitados para aquela ação pedagógica e após esta atividade vejo que a EJA está bem amparada na condição Pública da Educação do nosso País.
domingo, 30 de agosto de 2009
EIXO VII

domingo, 28 de junho de 2009
ESTUDO DO CASO
O Estudo do Caso propoem realizar uma pesquisa com uma criança que demonstre características especiais, podendo ser nossos alunos ou crianças que temos algum contato, neste caso a criança pesquisada por mim é meu aluno.
Nesta pesquisa, na verdade acredito que seja mais uma analise, estou desenvolvendo em mim uma grande aprendizagem. Posso relatar que em outras experiências com crianças especiais não tive este envolvimento que tenho agora, como Estudo do Caso, esta proposta me faz levantar e investigar ipoteses em relação a criança, me faz infestigar sobre suas características, provoca em mim, uma ação pedagógica melhor.
Transformando minha acomodação e reação e aprendizagem para futuras experiências neste campo de atuação.
domingo, 14 de junho de 2009
AULA PRESENCIAL DE PSICOLOGIA II

Hoje vou dedicar a escrita no meu blogge para uma homenagem especial para a professora e as tutoras de Psicologia. Não desejo de maneira alguma desprezar os outros professores e tutores, mas apenas fazer uma homenagem, motivo este que acredito ser muito importante para mim.
A proposta da aula presencial que ocorreu no dia 03 de junho era realizar com uma formação de grupos um mapa conceitual sobre o tema em questão estudado,
RE)CONSTRUINDO OS CONCEITOS DA EPISTEMOLOGIA GENÉTICA.
E é sobre este momento que gostaria de ressaltar, pois acredito que compreendi, entendi, não sei certo a palavra que devo usar, como fazer um Mapa Conceitual, por que acho isso importante?
Anteriormente quando foi lançada a proposta de fazer um Mapa Conceitual no PA do semestre passado a Professora Cintia explicou como desenvolver um, mas eu depois de varias tentativas flustradas, depois de ser quase "xingada" na frente das colegas, pelo meu mal desempenho na construção de um mapa, pude finalmente entender a sua concepção, depois de uma explicação simples, mas muito carinhosa da Professora Tânia.
Assim meu muito obrigada para ela, que após esta aula me fez ver a verdadeira concepção de um Mapa Conceitual.
ACIMA INCLUO FOTO DO MAPA CONSTRUIDO
quinta-feira, 21 de maio de 2009
FÓRUM FILOSOFIA
Esta será minha primeira postagem deste semestre, porque? não sei explicar exatamente, mas esqueço sempre de realizar as postagens, ou quando lembro fico em dúvida no que o como postar, assim escolhi a minha argumentação final do fórum de Filosofia, pois acredito que obtive uma boa aprendizagem nesta atividade, e pude desenvolver mais a habilidade de argumentação.
Ao ler os argumentos das colegas argumento que, uma vez que tinha o propósito de não interferir nem julgar o modo de vida de seu objeto de pesquisa, a resposta afirmativa do antropólogo vem ao encontro do que ele se propunha. Apesar de ter ciência dos riscos que aqueles nativos corriam o pesquisador, sabendo das crenças daqueles habitantes, respondeu dentro do que considerou causar menor interferência naquela cultura.
Penso que Claude agiu corretamente, porque negando ser "O mensageiro dos deuses", ele influenciaria a atitude dos nativos, daquele momento em diante, mudando a cultura do povo, que passaria a ver o homem branco de outra forma, não mais os tratando como enviados dos deuses. Os brancos nessa condição podem ou não influenciar os costumes dos nativos, mas Claude não pode garantir que isso acontecerá, portanto deve respeitar a verdade da cultura onde está inserido, não pondo em dúvida suas crenças.
Por isso a verdade que o antropólogo lhes nega é a sua própria cultura e os nativos sabendo dela não lhes protegeria de uma devastação que poderá ocorrer por qualquer outro motivo. Essa verdade não lhes traria benefícios, pois do que adiantaria ter consciência de concepções do mundo de Claude, se eles vivem na ilha, inseridos em próprio seu mundo.